O amor é paciente e benigno e não arde em ciúmes.
O amor não é rude nem egoísta, não se exaspera e não se ressente do mal.
O amor não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade
Está sempre pronto para perdoar, crer, esperar e suportar o que vier.
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Leia o texto abaixo antes de ver o vídeo e a letra da música. Para quem ainda não se sente desprendido o suficiente para agir como sugere a letra da música, vai um consolo: "Se você se emocionar, sentindo essa emoção dentro do seu coração, alegre-se: A semente já está plantada, e a terra é fértil!" Para os saudosistas, amantes da boa música.... Essa é uma música da nossa época de juventude, mas sempre será atual, visto que nada mudou!!!! Há que se pensar!!!É sobre a entidade "Missão dos Orfãos", em Washington, DC. Foi lá que ficou eternizada a música "He ain't heavy, he is my brother" dos "The Hollies ". (você pode não estar lembrando da música, mas depois de ouvir, se lembrará do grande sucesso!) A história conta que certa noite, em uma forte nevasca, na sede da entidade, um padre plantonista ouviu alguém bater na porta. Ao abri-la ele se deparou com um menino coberto de neve, com poucas roupas, trazendo em suas costas, um outro menino mais novo. A fome estampada no rosto, o frio e a miséria dos dois comoveram o padre. O sacerdote mandou-os entrar e exclamou: - Ele deve ser muito pesado. Ao que o que carregava disse: - Ele não pesa, ele é meu irmão. (He ain't heavy, he is my brother) Não eram irmãos de sangue realmente. Eram irmãos da rua. O autor da música soube do caso e se inspirou para compô-la . E da frase fez-se o refrão. Esses dois meninos, foram adotados pela instituição. É algo inspirador nestes dias de falta de solidariedade, violência e egoísmo.
Rifa-se um coração quase novo. Um coração idealista. Um coração como poucos. Um coração à moda antiga. Um coração moleque que insiste em pregar peças no seu usuário.
Rifa-se um coração que na realidade está um pouco usado, meio calejado, muito machucado e que teima em alimentar sonhos e cultivar ilusões. Um pouco inconseqüente que nunca desiste de acreditar nas pessoas. Um leviano e precipitado coração que acha que Tim Maia estava certo quando escreveu... "...não quero dinheiro, eu quero amor sincero, é isso que eu espero...". Um idealista...Um verdadeiro sonhador...
Rifa-se um coração que nunca aprende. Que não endurece, e mantém sempre viva a esperança de ser feliz, sendo simples e natural. Um coração insensato que comanda o racional sendo louco o suficiente para se apaixonar. Um furioso suicida que vive procurando relações e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração que insiste em cometer sempre os mesmos erros. Esse coração que erra, briga, se expõe. Perde o juízo por completo em nome de causas e paixões. Sai do sério e às vezes revê suas posições arrependido de palavras e gestos. Este coração tantas vezes incompreendido. Tantas vezes provocado. Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional que abre sorrisos tão largos que quase dá pra engolir as orelhas, mas que também arranca lágrimas e faz murchar o rosto. Um coração para ser alugado, ou mesmo utilizado por quem gosta de emoções fortes. Um órgão abestado indicado apenas para quem quer viver intensamente contra indicado para os que apenas pretendem passar pela vida matando o tempo, defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração tão inocente que se mostra sem armaduras e deixa louco o seu usuário. Um coração que quando parar de bater ouvirá o seu usuário dizer para São Pedro na hora da prestação de contas: "O Senhor pode conferir. Eu fiz tudo certo, só errei quando coloquei sentimento. Só fiz bobagens e me dei mal quando ouvi este louco coração de criança que insiste em não endurecer e se recusa a envelhecer"
Rifa-se um coração, ou mesmo troca-se por outro que tenha um pouco mais de juízo. Um órgão mais fiel ao seu usuário. Um amigo do peito que não maltrate tanto o ser que o abriga. Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração cego, surdo e mudo, mas que incomoda um bocado. Um verdadeiro caçador de aventuras que ainda não foi adotado, provavelmente, por se recusar a cultivar ares selvagens ou racionais, por não querer perder o estilo. Oferece-se um coração vadio, sem raça, sem pedigree. Um simples coração humano. Um impulsivo membro de comportamento até meio ultrapassado. Um modelo cheio de defeitos que, mesmo estando fora do mercado, faz questão de não se modernizar, mas vez por outra constrange o corpo que o domina. Um velho coração que convence seu usuário a publicar seus segredos e a ter a petulância de se aventurar como poeta.
Em Janeiro de 1985, 45 dos maiores nomes da música norte-americana gravaram o LP We Are the World, para arrecadação de fundos para o combate da fome na África. O single, LP e o clipe renderam cerca de 55 milhões de dólares. Formaram o grupo USA for Africa.
Inspirado pela reunião que ficou conhecida como Band Aid, Michael Jackson organizou a gravação do singleWe Are the World, escrito com o companheiro de gravadora Lionel Richie. O single foi lançado em 1985 para arrecadar fundos para a campanha USA for Africa, em benefício de famílias da África. We Are the World apresentava 44 vocalistas diferentes, incluindo Michael e Lionel, Harry Belafonte, Tina Turner, Cyndi Lauper, Diana Ross, Ray Charles e Stevie Wonder e foi produzido por Quincy Jones, que também fez a regência do grupo. A vendagem atingiu 7 milhões de cópias só nos Estados Unidos, tornando-se um dos singles mais vendidos de todos os tempos.
UM COMETA CHAMADO
“MICHAEL JACKSON”
Cometa em contato com a atmosfera,
Que em seu passar levantou as águas,
Acordou em sonhos, tremeu a terra.
Lutou batalhas com trombetas,
Mostrando ao mundo suas injustas diferenças.
E se fez igual em cores diferentes,
Provando assim,
Ser o impossível inexistente.
Isolado em sua “cosmeticidade”,
Fez do “Peterpanismo” sua verdade.
Pois só à criança pertence o paraíso.
Querendo levar o adulto de volta ao juízo,
Levantou bandeiras sem pensar em prejuízo.
Fez da música sua oração,
De seu corpo o templo de adoração.
E cantou suas dores
Eternizou seus amores
Na sonoridade da canção.
Já no final,
Como que sabedor de seu retorno ao cosmo,
Lançava seu olhar ao infinito,
Demonstrando uma tristeza de despedida,
Que de triste se fez bonito.
Ou quiçá, a dor da ferida de não se fazer entender.
Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar. Já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto. Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Já peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro. Já me cortei fazendo a barba apressado. Já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas. Já subi em árvore pra roubar fruta. Já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas. Já escrevi no muro da escola. Já chorei sentado no chão do banheiro. Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando. Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado. Já me joguei na piscina sem vontade de voltar. Já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios. Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro. Já tremi de nervoso. Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua. Já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol. Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração. E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: 'Qual sua experiência?' Essa pergunta ecoa no meu cérebro: Experiência... Experiência...
Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência? Não. talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? Quem a tem, se a todo momento tudo se renova?"
Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam dissertar sobre a seguinte pergunta: "VOCÊ TEM EXPERIÊNCIA?" Essa redação teria sido desenvolvida por um dos candidatos.
Um momento de solidão. Um beijo grávido de ilusão. Uma saudade nua. Uma lembrança crua. Uma breve nostalgia de uma cerimônia de adeus! Uma chuva que chora. Um vento que se delicia com o triste canto da cotovia. Uma alma em letargia curva-se diante de Deus e silencia. Chora a morte das fantasias. Despida de poesia, grita a dor de uma fera ferida, com o corte do pulso que pulsa a inércia a vida. De um sonho não vivido Feto extraído, de um coração sonhador , que sofre por não acreditar, nas regras inúteis do obsceno jogo do amor.
Champanhe Para brindar um encontro Com você que já era de um outro Você se lembra? Houve um convite: "Esta noite vamos todos para minha casa!" E assim, começava a festa E tu já estavas um pouco embriagada. Para mim os outros não existiam, O meu olhar era somente teu. Se você quiser, eu te acompanho, se você quiser, A desculpa mais banal Para ficarmos somente eu e você. E depois Jogar fora, porque Te amar como eu sei A primeira e última vez.
Champanhe Por um doce segredo Para nós um amor proibido No entanto resta somente um copo E de uma lembrança para jogar fora Eu sei Prestem atenção Eu sei Que parece uma loucura Brindar sozinho sem uma companhia, mas Mas eu Eu devo festejar O final de um amor Garçom... champanhe!